Para capturar o contato de quem assiste à sua aula gratuita sem exigir cadastro, publique a aula em um plano do tipo público com a captura de leads ativada. Ao clicar no plano, o visitante preenche um formulário curto — nome, e-mail e telefone, na combinação que você escolher — e a aula abre em seguida, sem conta nem senha. Cada preenchimento cai no Relatório de Leads do painel, com data e horário, e sai em CSV. Pelo que foi mostrado nos episódios de 2025, a plataforma captura e exporta; o disparo de e-mail ou WhatsApp é feito na ferramenta que você já usa. O formulário coleta só o que você escolher pedir: a base legal e o aviso de finalidade são responsabilidade de quem coleta.

O problema: visualização não é contato

Expor uma amostra do seu curso é uma das táticas mais antigas e eficientes de venda: a pessoa assiste, percebe a qualidade, cria confiança e avança para o conteúdo pago. Por isso tanta gente publica uma aula aberta, sem cadastro, para reduzir o atrito e maximizar quem chega até ali.

O ponto cego aparece depois. Esse conteúdo aberto costuma ser assistido por um usuário anônimo — você vê que houve acesso, mas não sabe quem foi. No fim da campanha sobra uma métrica de visualizações e nenhuma forma de continuar a conversa com quem demonstrou interesse real. O topo do funil enche, e escoa por um ralo: sem contato, não há follow-up; sem follow-up, o interessado esfria e some.

A saída óbvia — obrigar o cadastro — resolve a identificação, mas cria o problema oposto: cada campo a mais na frente do conteúdo derruba a conversão. Você troca visualizações por leads, mas perde volume no caminho. O que se busca é o meio-termo: identificar sem espantar.

O recurso: captura de lead no conteúdo público

É exatamente esse meio-termo que a captura de lead resolve. Em vez de exigir uma conta completa (com senha, área restrita, sessão), você pede apenas o contato — o mínimo para poder falar de novo com a pessoa. A troca é honesta e leve: o visitante entrega o contato que você pedir e, em seguida, assiste ao conteúdo.

Na prática, é uma chave que você liga no produto do tipo público. Com ela ativada, quando alguém clica para assistir à sua aula de degustação, aparece um formulário curto na tela antes do vídeo carregar. A pessoa preenche, o conteúdo abre e o dado é registrado. A barreira continua baixa — nada de criar login e senha —, então você preserva o volume de acessos e ainda sai da campanha com uma lista de contatos.

Vale separar duas coisas que costumam vir misturadas. Aqui o formulário aparece ao clicar no plano, antes de a aula abrir — não no meio do vídeo. Pedir o contato com a transmissão já rodando é recurso de player de vídeo e segue outra lógica; o site irmão JMV Stream explica como capturar o contato dentro do player, no meio da transmissão. E um formulário de um a três campos não é um cadastro: não há senha para criar nem área restrita para entrar depois. A pessoa preenche uma vez e assiste.

Curso gratuito x curso público: a diferença que confunde

Aqui mora a confusão mais comum de quem monta o catálogo. "Gratuito" e "público" parecem sinônimos — os dois são conteúdos sem cobrança —, mas do ponto de vista de acesso são opostos. Vale fixar a distinção, porque ela define onde a captura de lead entra.

Na demonstração de agosto de 2025, o campo de tipo na tela de criação do plano tem quatro opções: gratuito, público, venda única e venda recorrente. As duas últimas são as pagas. A captura de lead existe no tipo público, e é com o gratuito que ele costuma ser confundido:

01

Curso gratuito

Com login · usuário identificado

O aluno se cadastra e faz login para acessar. Ele não paga, mas vira um usuário completo, com área restrita, controle de sessão e histórico. É útil quando você quer acompanhar o progresso de quem estuda de graça — só que o cadastro é uma barreira, e nem todo curioso topa criar conta só para dar uma espiada (o atrito de cadastro e o login social são assunto de outro artigo).

No episódio de 30/07/2025 do Café & Tech, os apresentadores resumem assim: “O curso gratuito, ele é como se fosse o curso pago (…). Ele é uma área de fato restrita. — Pessoa tem que logar, criar usuário, senha.”

02

Curso público

Sem login · conteúdo de vitrine

Dispensa cadastro. É o conteúdo de degustação, aberto a qualquer visitante, pensado para engajar e mostrar o seu trabalho com o menor atrito possível. Antes, esse público era 100% anônimo. Com a captura de lead ativada, o único preenchimento continua sendo o do formulário de contato — nada de senha nem área restrita.

Resumindo: no curso gratuito você identifica a pessoa fazendo-a virar usuária; no curso público com captura, você a identifica sem transformá-la em usuária. Para o topo de funil — onde o objetivo é volume e primeira impressão —, o público com captura costuma ser o encaixe certo.

Passo a passo para ativar a captura

A primeira versão deste artigo se apoiava só no anúncio do recurso. Esta segue a montagem feita em tela, do zero, no episódio de 06/08/2025 do podcast Café & Tech, na ordem em que as telas aparecem:

  1. Suba o conteúdo e crie a aula. Uma aula aceita até cinco conteúdos — vídeo gravado, ao vivo, material de apoio, exercício, slide para leitura.
  2. Crie o plano em Financeiro → Planos. Nome, descrição e o conteúdo do plano, que pode ser um curso inteiro, vários cursos, um exercício ou uma aula solta. O plano é o produto que aparece na vitrine; ele não precisa ter um curso dentro.
  3. Escolha o tipo público e ative a captura de leads. É a chave que faz o formulário aparecer antes do conteúdo. Ao ligá-la, a tela pede os campos do formulário.
  4. Defina o status. Publicado, agendado (entra no ar na data marcada) ou rascunho. Há também um campo de data de lançamento, exibido na vitrine.
  5. Decida se o plano aparece na vitrine. Com Mostrar na vitrine ligado, ele entra na lista de cursos; desligado, sai dela — os apresentadores comparam ao “não listado” do YouTube: “está lá, mas a pessoa precisa ter o link”. A demonstração segue com a opção ligada; a desligada é só descrita, então teste com um link seu antes de divulgar.
  6. Se quiser o plano na página inicial, ponha-o em destaque. Em Layout → Página inicial → Planos em destaque, adicione o plano e defina o texto do botão (na demonstração, “Começar agora” vira “Acesse agora”).

Os campos do formulário

A tela mostra quatro combinações: nome + e-mail + telefone, nome + e-mail, nome + telefone ou só o nome. Não existe resposta certa de antemão; a sugestão dada no episódio é testar — uma semana com um conjunto, outra com outro — e comparar quantas pessoas preenchem. O campo de e-mail é validado: na demonstração, o endereço inventado não passa e o apresentador precisa digitar outro.

O que o visitante vê

Ele clica no plano, o formulário abre, ele preenche e clica em “acessar o conteúdo”. A aula começa sem login. O vídeo inicia sem som — é a regra dos navegadores para reprodução automática — e o visitante ativa o áudio.

Onde os leads aparecem

No ambiente administrativo, em Relatórios → Relatório de Leads. Cada linha traz nome, e-mail, telefone e a data e o horário da captura, o que mostra em que dias o conteúdo rendeu mais contato. Há filtro por data inicial e final, busca por um lead específico e o botão de exportar CSV. Os apresentadores dizem ainda que os mesmos dados podem ser lidos por API pelo time de tecnologia do cliente.

Vale para aula gravada e para aula ao vivo

A captura funciona sobre qualquer conteúdo dentro de um plano público: aula gravada, material de apoio, exercício-modelo ou aula ao vivo. Um detalhe do episódio ajuda quem faz lançamento: a aula ao vivo pode ficar gravada e ser disponibilizada depois. Mantendo o mesmo plano público no ar por mais um período, quem perdeu a transmissão continua preenchendo o formulário para assistir à gravação. Se a dúvida ainda é anterior a essa — onde fazer a aula de lançamento —, ela tem artigo próprio.

Nota honesta

As telas são as de agosto de 2025

Os nomes de menu e de botão acima são os que aparecem na demonstração de 06/08/2025. O painel pode ter mudado desde então: se o seu estiver diferente, vale o que está no painel. O mesmo cuidado serve para a opção “só o nome”, para a leitura por API e para o disparo feito fora da plataforma (a resposta, em 2025, foi “por enquanto”): entram aqui como mostrados ou ditos nos episódios — confirme com o suporte antes de montar um processo em cima deles.

LGPD: coletar dado com responsabilidade

Pedir nome, e-mail e telefone é tratar dado pessoal — e isso tem regra. A LGPD (Lei 13.709/2018) só permite tratar dado pessoal em uma das dez hipóteses do art. 7º. Para contato comercial, as duas que costumam ser usadas são o consentimento do titular (inciso I) e o legítimo interesse de quem coleta (inciso IX, detalhado no art. 10). A lei não exige consentimento para toda coleta: exige que exista uma base, que a finalidade seja informada e que os direitos do titular sejam atendidos.

Se a sua base for o consentimento, três parágrafos do art. 8º pesam no formulário. Ele precisa se referir a uma finalidade determinada — “as autorizações genéricas para o tratamento de dados pessoais serão nulas” (§ 4º). Pode ser revogado a qualquer momento, “por procedimento gratuito e facilitado” (§ 5º). E é você quem tem de provar que ele foi dado: “cabe ao controlador o ônus da prova de que o consentimento foi obtido em conformidade com o disposto nesta Lei” (§ 2º). Se a base for o legítimo interesse, o art. 10 limita a coleta aos dados “estritamente necessários para a finalidade pretendida” (§ 1º) e manda adotar medidas de transparência (§ 2º).

No formulário de captura, isso vira coisas simples: dizer para que o contato será usado, apontar para a sua política de privacidade, pedir só os campos de que você precisa e não usar o dado para outra finalidade. “Em conformidade com a LGPD” não é atributo de um formulário. A responsabilidade pelo tratamento é de quem coleta — o produtor do curso —, e qual base usar é decisão sua, com o seu jurídico. O artigo sobre o que a lei cobra de quem vende curso trata das multas e dos demais deveres.

Confirmação em duas etapas (double opt-in): a lei exige?

Não. A expressão não existe na Lei 13.709/2018: no texto compilado do Planalto, lido em 12/10/2026, “opt-in”, “dupla” e “double” não ocorrem nenhuma vez — a lei também não traz as palavras “e-mail” nem “marketing”.

Para que serve, então? Se a sua base é o consentimento, o ônus de prová-lo é seu (art. 8º, § 2º). Um código enviado ao e-mail ou ao telefone e digitado pelo titular é uma forma de produzir essa prova — e de não encher a lista de contato inventado.

Na demonstração de 06/08/2025, os apresentadores dizem que há a opção de pedir esse código antes de liberar o conteúdo: por e-mail, sem custo de envio; por SMS ou WhatsApp, com custo. A fala apresenta a opção como algo “para ser dentro da LGPD”; como visto acima, a lei não pede isso. E, no episódio, a ativação não aparece em tela: o apresentador diz que é preciso conversar com o consultor. Trate como algo a confirmar com o suporte — se existe hoje, quem ativa e quanto custa —, não como recurso garantido.

Aviso. Este trecho é informativo e não é parecer jurídico. Ele cita o texto da lei em vigor, com o artigo indicado e o link para conferência; a escolha da base legal e a redação do aviso de finalidade dependem da sua operação.

O que fazer com os leads capturados

Capturar é meio caminho; o valor está no follow-up. E aqui vale dizer com todas as letras o que o recurso não faz: ele não dispara e-mail nem WhatsApp. A pergunta foi feita no próprio episódio de 30/07/2025 — “o Captura de Lead (…) faz também o disparo de marketing pro lead ou ele é só o captura de lead?” — e a resposta foi que, por enquanto, ele está “só capturando os dados”, para o cliente usar o e-mail marketing que quiser, de forma externa. A plataforma captura e exporta; o disparo é feito fora, na sua ferramenta de e-mail ou de automação, com a lista em CSV.

Com a lista em mãos, o objetivo é transformar o espectador da degustação em aluno pagante. Alguns caminhos que funcionam:

Público, gratuito e pago em sequência

A demonstração de agosto de 2025 propõe usar os três tipos em escada. O plano público capta o contato. Quem deixou o contato recebe acesso a um curso gratuito — aí com login, e portanto com progresso medido. Quem consome o gratuito é o lead a abordar para o curso pago. A ressalva é do próprio apresentador: isso compensa “em geral só para ticket alto”; em curso de entrada, a aula aberta já vende direto. A decisão de cobrar ou não por esse degrau do meio está no artigo sobre minicurso grátis ou pago.

Vale conectar as pontas: quem já trabalha a base costuma cruzar essa captura com outras rotinas da plataforma, como a importação de alunos ao migrar de ferramenta e o uso de cupons de desconto para bater metas de venda. E, do lado da medição, acompanhar tudo no mesmo lugar evita reconciliar planilha na mão — os contatos aparecem nos relatórios da plataforma junto com o resto da operação.

A demonstração em vídeo

Capa do episódio do podcast Café & Tech de 06/08/2025 com a demonstração da captura de leads em aula pública na plataforma EAD Nochalks
Café & Tech de 06/08/2025 (1h14min). A imagem abre o episódio no YouTube.

O passo a passo deste artigo vem do episódio Leads Automáticos em Aulas ao Vivo com uma Única Plataforma EAD: Veja na Prática, do podcast Café & Tech, do canal da JMV Technology, com Mário Sérgio e Josimar Machado, transmitido ao vivo em 06/08/2025: assistir ao episódio completo no YouTube. Os tipos de plano aparecem aos 50min54s; o formulário visto pelo visitante, aos 59min32s; o relatório, aos 68min31s. O episódio da semana anterior, de 30/07/2025, prepara o tema e é de onde vem a resposta sobre o disparo: trecho aos 41min05s.

Dos episódios vieram as telas, a ordem dos passos e as falas citadas. O que este artigo afirma sobre a LGPD, não: vem do texto da lei, com o artigo indicado. Os episódios tratam também de aplicativo, transmissão ao vivo e outros produtos, que ficam fora deste texto.

Abrir os trechos dos episódios usados neste artigo

Legenda automática do YouTube, com pontuação e grafia ajustadas para leitura, nomes próprios corrigidos, cortes marcados com (…) e palavras de ligação entre colchetes. A legenda não identifica quem fala; a troca de voz está marcada com travessão.

30/07/2025, 19min07s: O curso gratuito, ele é como se fosse o curso pago, né? Ele é uma área de fato restrita. — Pessoa tem que logar, criar usuário, senha.

30/07/2025, 41min05s: (…) e o Captura de Lead, ele faz também o disparo de marketing pro lead ou ele é só o captura de lead? Como que está funcionando isso? — Por enquanto (…) ele está só capturando os dados, coletando os dados para que o usuário possa utilizar o e-mail marketing que ele quiser, né, da forma externa.

06/08/2025, 10min01s: Isso é válido só, em geral só para ticket alto, sabe? Quando é um curso com ticket baixo (…), aí não vale a pena.

06/08/2025, 10min46s: Nada impede depois você manter o mesmo produto do tipo público com captura de lead por um período, para que o pessoal que perdeu o ao vivo [continue] acessando, degustando e se inscrevendo ali na sua captura de lead.

06/08/2025, 50min54s: A gente tem o tipo gratuito, tipo público, venda única e venda recorrente, tá? (…) Gratuito exige o cadastro do usuário.

06/08/2025, 52min30s: E aqui a gente tem o Captura de Leads (…). A partir do momento que você ativa ele, aí já traz aqui para você: você quer nome, e-mail e telefone, ou você só quer nome, e-mail, ou você só quer nome e telefone, ou você quer só o nome também, né?

06/08/2025, 55min01s: A gente tem a opção de mostrar na vitrine. (…) A partir do momento que você não mostra na vitrine, ele não fica ali nos seus planos disponíveis, né? — (…) Igual o não listado do YouTube. Está lá, mas a pessoa precisa ter o link para poder acessar. — Isso. Exatamente. Aí nesse caso aqui você teria que adicionar, né, pro usuário final.

06/08/2025, 59min32s: Se a gente clicar aqui em acessar plano, ó, repare o que aconteceu: já trouxe pra gente ali o formulário de captura de lead que a gente ativou. (…) E vou clicar em acessar o conteúdo. Ah, o e-mail, ele valida, tá? Então eu vou ter que colocar não tão fictício assim.

06/08/2025, 60min16s: Para ser dentro da LGPD e tudo bonitinho, tem a opção de ativar, né? Aí tem que conversar com o Mário, mas ativar (…) o double opt-in que chama, que é: você coloca o e-mail, chega lá na caixa de e-mail da pessoa um codigozinho para ele poder inserir para realmente validar (…). A mesma coisa para o telefone. (…) Lembrando que o e-mail é gratuito e mensagem [é] paga. [Se] você for fazer via WhatsApp ou via SMS, ambos são pagos.

06/08/2025, 61min15s: Aqui no caso ele já começa a aula. A gente tem o autoplay, porém, em função da convenção dos navegadores, o áudio inicia mutado.

06/08/2025, 68min31s: (…) vocês vão ver, ó, os dois leads que a gente acabou de capturar. (…) Vai ter o nome, e-mail, telefone. Importante, tá? Data e horário é fundamental aí para você ver quais dias você teve mais captura de lead (…). E aqui é fundamental exportar CSV.

06/08/2025, 69min22s: Lembrando que não é só via CSV, você pode fazer isso via API também, né? (…) Você que tem uma plataforma, tem um departamento de tecnologia ou TI aí no seu curso, você pode integrar isso via API.

Para levar

Perguntas frequentes

O que é captura de leads em curso online?
É coletar o contato (nome, e-mail, telefone) de quem consome um conteúdo aberto — como uma aula de degustação — para poder falar com essa pessoa depois. Sem captura, quem assiste ao conteúdo público continua anônimo: você tem o número de visualizações, mas não sabe quem são nem como abordá-las.
Qual a diferença entre curso gratuito e curso público na plataforma?
No curso gratuito o aluno precisa se cadastrar e fazer login — ele vira um usuário identificado, com área restrita e controle de sessão, só que sem pagar. No curso público não há login: é o conteúdo de vitrine/degustação, aberto a qualquer visitante. A captura de lead é o que permite identificar esse público do curso público sem transformá-lo em usuário cadastrado.
Preciso obrigar o visitante a criar uma conta para capturar o lead?
Não. O plano público dispensa cadastro. Com a captura ativada, ao clicar no plano aparece só um formulário curto, de um a três campos, antes de a aula abrir. Não há senha para criar nem área restrita para entrar depois: a pessoa preenche e assiste.
Que dados posso coletar no formulário de captura?
Na demonstração de agosto de 2025, a tela oferece quatro combinações: nome + e-mail + telefone, nome + e-mail, nome + telefone ou só o nome. O campo de e-mail é validado: na demonstração, um endereço inventado não passa. Peça o mínimo de que o seu follow-up precisa; os apresentadores sugerem testar uma semana com um conjunto de campos, outra semana com outro, e comparar o preenchimento.
Onde consulto os leads que foram capturados?
No ambiente administrativo, em Relatórios, no Relatório de Leads. Cada linha traz nome, e-mail, telefone e a data e o horário da captura. Dá para filtrar por data inicial e final, buscar um lead específico e exportar a lista em CSV.
A plataforma dispara e-mail ou WhatsApp para o lead capturado?
Pelo que foi respondido no episódio de 30/07/2025, não: o recurso captura e exporta, e o disparo é feito fora, na ferramenta de e-mail ou de automação que você já usa. Você leva a lista em CSV ou, como dito na demonstração de agosto de 2025, o seu time de tecnologia lê os dados por API. A resposta no episódio veio com um “por enquanto”; confirme com o suporte se algo mudou.
A captura de lead funciona em aula ao vivo?
Sim. A captura vale para qualquer conteúdo dentro de um plano público — aula gravada, material de apoio, exercício ou aula ao vivo. A aula ao vivo pode ficar gravada e ser disponibilizada depois; mantendo o mesmo plano público no ar, quem perdeu a transmissão continua preenchendo o formulário para assistir à gravação.
Dá para deixar a aula pública fora da vitrine e mandar só o link?
Pelo que é dito na demonstração de agosto de 2025, sim: com a opção Mostrar na vitrine desligada, o plano sai da lista de cursos, e os apresentadores comparam ao vídeo não listado do YouTube — está lá, mas a pessoa precisa ter o link. A opção desligada é descrita, não mostrada em tela; teste com um link seu antes de divulgar.
A captura de leads na Nochalks tem custo adicional?
Não. Segundo o anúncio do recurso feito pela própria JMV, a captura de lead em conteúdo público não é cobrada à parte — está disponível para clientes atuais e novos, sem taxa extra pelo recurso.
A coleta de dados na aula pública respeita a LGPD?
Depende de como você coleta, não do formulário. A LGPD (Lei 13.709/2018) só permite tratar dado pessoal em uma das hipóteses do art. 7º; para contato comercial, as duas que costumam ser usadas são o consentimento do titular (inciso I) e o legítimo interesse de quem coleta (inciso IX). Se a sua base for o consentimento, ele precisa se referir a uma finalidade determinada (art. 8º, § 4º), pode ser revogado a qualquer momento (art. 8º, § 5º) e é você quem tem de provar que ele foi dado (art. 8º, § 2º). Qual base usar é decisão sua, com o seu jurídico.
O double opt-in é obrigatório pela LGPD?
Não. A expressão não aparece no texto da Lei 13.709/2018. A confirmação em duas etapas — um código enviado ao e-mail ou ao telefone e digitado pelo titular — serve a quem usa o consentimento como base: é uma forma de produzir a prova que o art. 8º, § 2º, põe na conta de quem coleta, e de não encher a lista de contato inventado.
Posso manter aula pública sem captura de lead?
Sim. O plano público sem captura continua existindo, para quando você quiser apenas expor o conteúdo sem coletar dados. A captura é uma chave que você liga só nos conteúdos em que faz sentido identificar quem assistiu.

A ideia por trás disso é simples: manter o interessado por perto sem exigir nada demais dele. Em uma plataforma EAD como a Nochalks, o conteúdo, o formulário de captura e o relatório vivem no mesmo lugar — você hospeda o curso e identifica quem assistiu; o disparo continua na ferramenta de e-mail que você já usa. Conheça a plataforma.